Este Blog tem por objetivo analisar e discutir a conjuntura do transporte aéreo brasileiro. Também serão postadas conclusões de estudos e notícias relevantes sobre o setor.
A Azul Linhas Aéreas Brasileiras promoveu nesta quarta-feira, no Centro do Rio de Janeiro, um almoço para cerca de cem agentes de viagem, operadores, consolidadores e representantes das principais entidades do trade carioca. O evento contou com a presença de Pedro Janot, presidente da companhia, parte de sua diretoria, além de Luiz Strauss, presidente da Abav- RJ.
A Azul opera, desde o último dia 20 de março (sexta-feira), o que Janot denominou de: “a mais nova ponte aérea Rio-São Paulo”, ligando o aeroporto de Viracopos, em Campinas, ao aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Atualmente, o trajeto conta com seis frequências diárias e em breve a Azul promete 14 voos com conexão para São Paulo no ônibus da empresa, levando os passageiros em nove horários por dia.
Durante sua apresentação, Janot comentou sobre a importância do mercado do interior paulista para o turismo fluminense. “Temos um mercado virgem na região de campinas, tanto que estamos com os voos lotados até 5 de abril.”, revela o executivo, que prometeu ainda ampliar gradativamente esse número, chegando a 14 voos diários em 16 de abril.
A nova empresa aérea planeja atingir a expressiva marca de dois milhões de passageiros ainda em 2009 chegando a 3,7 milhões até o final do ano que vem com a perspectiva de operar com 20 aeronaves para 20 destinos e por isso a companhia vem se aproximando das agentes de viagem. “80% do mercado de aviação comercial é movimentado pelas agências, nós acreditamos nessa parceria por isso procuramos estreitar essa relação.”
Perguntado sobre a a luta que travou com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, o empresário contou que aguardou durante cinco meses com todos os funcionários parados no Aeroporto Santos Dumont mas que já começa a colher os resultados. “Não quero falar mais do passado mas isso foi de fato uma jogada política, um ato equivocado do governador Sérgio Cabral que percebeu que estava jogando contra a população e desistiu”, conclui.
O presidente da Trip Linhas Aéreas, José Mário Caprioli, disse ontem à ABETAR que receberá no próximo dia 16 de abril, 4 aeronaves Embraer 175 encomendadas pela companhia.
Os jatos com capacidade para 86 lugares ampliarão a frota da empresa, que hoje conta com 20 aeronaves entre elas os ATR´s 42 e ATR's 72, com capacidade para 50 e 70 lugares respectivamente.
EXPANSÃO - Segundo Caprioli a previsão da empresa é ampliar a sua atuação no mercado nacional e passar de 80 destinos atendidos. No último dia 16, teve início a operação da rota entre Salvador e Petrolina em Pernambuco. Para 25 de abril, a previsão é de que tenha início a rota Salvador a Lençóis na Chapada Diamantina.
"O ano de 2008 foi muito bom para gente pois conseguimos um desenvolvimento muito agressivo. Ao final do ano veio a crise que acendeu a luz amarela e nesse primeiro trimestre sinalizou que ela continua. Nós analisamos que esse é o momento da aviação regional e entendemos que deixar de investir agora seria ruim para o futuro. Nossa previsão para esse ano é investirmos US$ 200 milhões", disse Caprioli.
PARADIGMAS - Para Caprioli é preciso mudar o foco da discussão da ampliação do mercado aéreo: "É preciso quebrar paradigmas. No Brasil temos cerca de 200 mil pessoas andando de ônibus em distâncias que deveriam ser inseridas no sistema aéreo.Eu percebo que tem pouca gente discutindo como vamos criar um sistema aéreo mais eficiente."
Realmente, como disse o presidente da Trip, existe pouca discussão sobre como tornar o transporte aéreo brasileiro mais eficiente. A agência reguladora do setor, a Anac, está totalmente politizada, afastaram técnicos competentes que poderiam levar adiante um processo de melhoria no transporte aéreo.
Pelo jeito, a falta de uma discussão mais completa e séria a respeito da criação de um sistema de transporte aéreo mais eficiente tende a se agravar, pois com o projeto de lei que tira atribuições das agências reguladoras e as transfere ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), ligado ao Ministério da Justiça, e à Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda, as agências serão reduzidas a meros órgãos fiscalizadores. Atualmente, as agências reguladoras têm três objetivos principais: regulação, concessão de outorgas e fiscalização. Na verdade, trata-se de uma nova tentativa do governo federal de reduzir a autonomia das agências. Desse modo, com toda essa interferência política, percebe-se que o transporte aéreo brasileiro ainda continua com os mesmos problemas de outrora, houve apenas uma amenização, mas a qualquer momento uma nova crise pode estourar.
Nesta terça (17), foi assinado um protocolo, entre o Governo de Mato Grosso e a Trip Linhas Aéreas, reduzindo em 50% a cobrança de ICMS no combustível da aviação regional. Com o desconto, a alíquota passou de 25% para 12,5%. A Trip atua no Estado desde 2001 atendendo quatro cidades:Cuiabá, Rondonópolis, Sinop e Alta Floresta. A expectativa é de que o incentivo atue na redução dos custos de operação e consequente queda nos valores cobrados pela empresa.
"Sabemos que tudo na aviação é muito caro em Mato Grosso devido as enormes distâncias e a baixa concentração demográfica. Assim, estamos reduzindo a carga tributária", explicou o governador Blairo Maggi. Ele detalhou que o Estado não pode definir os valores das passagens cobrados da população, uma vez que cada empresa privada possui sua política de preços, mas incentivos como este devem sim ser sentidos pelos usuários.
O chefe do executivo estadual comentou as exigências da Anac para a operação de cada aeroporto no país. "Elas estão inviabilizando estas poucas iniciativas de integração local".Ele citou como exemplo a exigência de caminhões de combate a incêndios nas pistas de pouso, os mesmos para aeroportos internacionais de grande capacidade ou com apenas um voo diário de 64 passageiros (caso de Alto Floresta). "O caminhão que está sendo exigido custa cada um aproximadamente R$ 1,4 milhão, não há condições no país de fazer os investimentos que estão sendo pedidos". "Esse protocolo da cada vez mais fôlego para ampliarmos os investimentos e assim voar para cada vez mais cidades. Em Mato Grosso temos o objetivo de desmembrar Sinop e Alta Floresta, realizando voos diretos para as duas cidades", enfatizou o diretor de marketing e vendas da Trip, Evaristo de Paula.
"A Trip está próxima de começar uma política de redução nos custos das passagens compradas antecipadamente", adiantou. Evaristo anunciou que a empresa está atravessando a crise financeira mundial com ótimas perspectivas de crescimento, 70% para este ano.
Em 2008 a companhia, que hoje atende o maior número de municípios no país, 68 cidades em 18 Estados, teve um faturamento de R$ 300 milhões.
"Temos a maior malha doméstica do país. Esta é a vocação da Trip. Em 2009 queremos chegar a 86 cidades do Brasil. Mais de 60% na América do Norte é feita pela aviação regional, no Brasil isto ainda está em torno de 2%".
Para o secretário de Desenvolvimento do Tursimo, Yuri Bastos, esta uma oportunidade para cidades como Cáceres, Barra do Garças, entre outras, passarem a buscar a presença de voos. "Várias cidades de Mato Grosso com ótimo potencial turístico acabam não recebendo visitantes por falta de acesso rápido. Já na próxima semana estaremos estudando novas rotas. Este protocolo é um passo decisivo para a aviação do Estado". Enquanto isso, no Rio de Janeiro, o governador falastrão, Sérgio Cabral, ameaça acabar com o desconto no ICMS cobrado no querosene de aviação para voos a partir do Aeroporto Santos Dumont. Com o aumento, o imposto passará dos atuais 4% (alíquota com desconto) para até 18%.Segundo Cabral, a medida é uma reação do governo do Rio à decisão da Anac de liberar o uso do Santos Dumont para voos mais longos e para aviões maiores, ao derrubar a portaria que restringia seu uso para ponte aérea e para aeronaves de até 50 assentos. Uma das empresas beneficiadas pela medida é a Azul Linhas Aéreas, que chegou a entrar na Justiça pedindo a liberação.
O secretário estadual de Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, assinará na próxima segunda-feira um contrato para implantação do primeiro laboratório brasileiro voltado à pesquisa de estruturas leves para aviação no Parque Tecnológico de São José dos Campos. A iniciativa ajudará o país a dominar tecnologias essenciais para desenvolver novos materiais capazes de reduzir o peso das aeronaves.
De acordo com o comunicado da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, o convênio prevê investimentos de R$ 90,5 milhões para construir, equipar e operar o laboratório. Os recursos serão obtidos pelo governo do Estado e pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
A parceria será assinada pela Secretaria de Desenvolvimento, Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Embraer e BNDES. A Secretaria de Desenvolvimento também destinou no final de dezembro do ano passado um aporte de R$ 2,5 milhões do orçamento do governo do Estado para adequar o novo laboratório ao local cedido pela prefeitura.
Segundo Alckmin, o laboratório terá condições de competir internacionalmente. "Investir em pesquisa é acreditar no potencial humano. Os equipamentos contarão com tecnologia de ponta para obter competitividade em nível internacional. A iniciativa será importante para ajudar a contornar a crise econômica e retomar o crescimento da indústria aeroespacial de São José dos Campos", afirmou o secretário de Desenvolvimento.
Para João Fernando Gomes de Oliveira, diretor-presidente do IPT, o projeto estudará o aumento na resistência dos materiais estruturais das aeronaves, permitindo maior pressão e umidade dentro da cabine, mas sem aumentar o peso da estrutura. Oliveira ressaltou que o laboratório permitirá desenvolver um amplo espectro de aplicações de materiais na indústria.
"Apesar de ter foco no ramo da aeronáutica, o empreendimento também será capaz de desenvolver tecnologias em aplicações na indústria automobilística e de autopeças, petróleo e gás, naval, bélica, geração e transporte de energia elétrica, construção civil e bens de capital", disse Oliveira.
A Secretaria de Desenvolvimento explica que a base de pesquisas do laboratório será o desenvolvimento de materiais compósitos, obtidos a partir de fibra de carbono e resinas. De acordo com o diretor do IPT, esses materiais aliam alto desempenho estrutural à leveza e o gasto de energia nos equipamentos é menor se comparado a materiais tradicionais. "O desenvolvimento de estruturas leves colabora com a conservação de energia", relatou Oliveira.
Com relação ao movimento de carga aérea internacional, pode-se dizer que o Brasil possui, em termos de participação relativa na rede Infraero, apenas dois grandes pólos aéreos: Internacional de Guarulhos e Internacional de Campinas, com ambos concentrando nada menos que 78,52% de todo o movimento de carga aérea internacional da rede Infraero, enquanto que na movimentação de carga aérea doméstica, os dois maiores (Guarulhos e Manaus) concentram apenas 38% em participação.
Ranking dos Aeroportos da Infraero em Movimento de Carga Internacional (Embarque mais desembarque, com trânsito).
Movimento Acumulado de Janeiro a Dezembro de 2008.
Posição
Aeroporto
Quant.(Kg)
∆% Per.Ant.
Partic.%
2008
2007
1
1
Internacional de Guarulhos
269.579.611
-4,92
43,13
2
2
Internacional de Campinas
221.227.214
-3,07
35,39
3
4
Internacional do Galeão
48.715.137
-5,40
7,79
4
3
Internacional de Manaus
34.898.809
-54,65
5,58
5
5
Internacional de Curitiba
17.122.152
7,51
2,74
6
6
Internacional de Salvador
8.858.890
-2,67
1,42
7
8
Vitória
5.566.860
-10,25
0,89
8
9
Internacional de Recife
4.745.654
-17,26
0,76
9
10
Internacional de Confins
3.542.733
3,37
0,57
10
7
Internacional de Porto Alegre
3.445.728
-53,73
0,55
11
11
Internacional de Fortaleza
2.686.932
-17,20
0,43
12
12
Internacional de Natal
1.244.349
-44,04
0,20
13
13
Internacional de Belém
1.131.806
-27,80
0,18
14
14
Petrolina
939.945
-32,58
0,15
15
15
Internacional de Brasília
886.794
54,86
0,14
16
20
Internacional de Campo Grande
220.502
413,39
0,04
17
18
Internacional de Foz do Iguaçu
196.599
52,47
0,03
18
16
Internacional de Maceió
21.534
-90,93
0,00
19
19
Internacional de Florianópolis
19.968
-55,83
0,00
20
Internacional de São Luís
8.913
0,00
0,00
21
Internacional de Macapá
4.098
0,00
0,00
22
22
Marabá
1.690
724,39
0,00
INFRAERO
625.065.979
-10,41
100,00
Definitivamente, 2008 foi um ano ruim para o movimento de carga aérea internacional (pelo jeito, devido à crise financeira internacional) sendo que dos 22 aeroportos mais movimentados em carga aérea internacional, 14 tiveram queda no movimento, e desses 14, 10 tiveram queda percentual de dois dígitos. Entre os seis maiores (com participações que vão de 43,13% a 1,42%) Manaus teve a maior queda, 54,65%, o que o fez perder a 3ª posição para o Galeão, o qual estava na 4ª posição em 2007.
Os destaques em crescimento, com relação ao ano de 2007, foram:
Marabá, com crescimento de 724,39%; Internacional de Campo Grande, com 413,39% de crescimento; Internacional de Brasília, o qual movimentou 54,86% a mais em carga aérea internacional; Internacional de Foz do Iguaçu, cujo movimento foi 52,47% maior do que 2007.
Os demais aeroportos que apresentaram crescimento, porém um crescimento bem menor, foram apenas o Internacional de Curitiba, com crescimento de 7,51%, e o Internacional de Confins, com aumento de 3,37% na movimentação de carga internacional.
Os dois primeiros colocados, Guarulhos (crescimento de 8,41% com relação a 2007) e Manaus (com variação negativa de 3,66% com relação a 2007), mantiveram as suas posições como os maiores em movimento de carga doméstica, com participação, respectivamente, de 24,28% e 13,72% no total de carga doméstica movimentada pelos aeroportos da rede Infraero. Percebe-se aí uma grande concentração, pois o 3º colocado, Internacional de Recife, apresentou uma participação de apenas 7,46%. Na verdade, houve uma troca de posições entre Recife e Brasília, com esse último caindo para a 4ª posição em 2008.
Ranking dos Aeroportos da Infraero em Movimento de Carga Doméstica (Embarque mais desembarque, com trânsito).Movimento Acumulado de Janeiro a Dezembro de 2008.
Posição
Aeroporto
Quant.(Kg)
∆% Per.Ant.
Partic.%
2008
2007
1
1
Internacional de Guarulhos
152.436.501
8,41
24,28
2
2
Internacional de Manaus
86.165.356
-3,66
13,72
3
4
Internacional de Recife
46.832.594
-5,12
7,46
4
3
Internacional de Brasília
45.140.680
-9,03
7,19
5
6
Internacional de Salvador
34.561.064
6,80
5,50
6
7
Internacional de Fortaleza
32.597.623
1,70
5,19
7
5
Internacional de Congonhas
32.521.751
-6,83
5,18
8
8
Internacional do Galeão
29.380.032
-1,44
4,68
9
10
Internacional de Belém
24.643.056
29,88
3,92
10
9
Internacional de Porto Alegre
21.444.584
-10,14
3,42
11
11
Internacional de Confins
16.229.832
24,89
2,58
12
13
Internacional de Campinas
12.472.655
27,21
1,99
13
14
Internacional de Curitiba
8.964.314
15,51
1,43
14
16
Internacional de Natal
7.487.857
5,85
1,19
15
15
Internacional de São Luís
7.165.044
-1,69
1,14
16
17
Vitória
6.352.606
-1,46
1,01
17
18
Goiânia
6.160.527
12,33
0,98
18
12
Internacional de Florianópolis
5.003.483
-60,46
0,80
19
19
Santarém
4.756.767
4,26
0,76
20
20
Internacional de Cuiabá
4.718.534
18,97
0,75
21
21
Teresina
3.464.834
5,99
0,55
22
22
Internacional de Campo Grande
3.428.835
7,90
0,55
23
24
Internacional de Maceió
3.201.491
14,22
0,51
24
23
Internacional de Macapá
3.097.941
-0,36
0,49
25
27
Aracaju
2.582.758
8,57
0,41
26
25
Santos Dumont
2.509.188
-8,19
0,40
27
29
Internacional de Porto Velho
2.488.343
14,65
0,40
28
26
Ilhéus
2.483.274
0,07
0,40
29
32
Marabá
2.213.804
34,75
0,35
30
31
Internacional de João Pessoa
1.956.584
18,35
0,31
31
33
Palmas
1.868.331
24,86
0,30
32
28
Internacional de Rio Branco
1.353.004
-38,96
0,22
33
36
Imperatriz
1.346.953
42,03
0,21
34
30
Londrina
1.227.186
-32,98
0,20
35
34
Uberlândia
1.146.350
-2,67
0,18
36
38
Internacional de Boa Vista
1.034.425
34,73
0,16
37
39
Bacacheri
951.399
25,79
0,15
38
37
Internacional de Navegantes
923.621
12,93
0,15
39
43
Joinville
724.705
37,29
0,12
40
41
Campina Grande
572.066
-6,00
0,09
41
40
Altamira
571.017
-12,10
0,09
42
42
Internacional de Foz do Iguaçu
543.323
-6,36
0,09
43
52
Juazeiro do Norte
472.088
220,13
0,08
44
35
Internacional de Cruzeiro do Sul
417.683
-60,96
0,07
45
45
Petrolina
364.154
22,33
0,06
46
47
Uberaba
324.391
20,22
0,05
47
44
Macaé
299.126
-25,94
0,05
48
50
Campo de Marte
252.475
22,33
0,04
49
49
Paulo Afonso
226.396
6,19
0,04
50
51
Campos
156.286
-0,87
0,02
51
59
Montes Claros
134.984
107,18
0,02
52
55
Carajás
105.432
6,54
0,02
53
54
São José dos Campos
90.839
-11,15
0,01
54
53
Internacional de Corumbá
77.710
-33,82
0,01
55
58
Internacional de Tabatinga
65.020
-0,29
0,01
56
63
Tefé
54.688
51,62
0,01
57
60
Internacional de Parnaíba
48.905
-9,30
0,01
58
61
Internacional de Uruguaiana
42.713
-12,37
0,01
59
48
Internacional de Pelotas
35.557
-83,48
0,01
60
56
Bagé
26.114
-65,41
0,00
61
57
Criciúma/Forquilhinha
12.721
-80,96
0,00
INFRAERO
627.931.574
1,13
100,00
Os aeroportos Pampulha, Júlio César, Jacarepaguá, Internacional de Ponta Porã e Carlos Prates não apresentaram movimento de carga, segundo a Infraero, no período analisado.
Os 15 primeiros colocados são todos internacionais, apresentando um movimento que vai dos 152 milhões de quilos (24,28% do total) a pouco mais de 7 milhões de quilos (1,14% do total) de carga movimentada. Entre os 15 primeiros, percebe-se que o Internacional de Belém apresentou o maior crescimento com relação ao mesmo período de 2007, ou seja, 29,88%, passando da 10ª para a 9ª posição. Em seguida, vem o internacional de Campinas, com crescimento de 27,21%, saindo da 13ª para a 12ª posição. Confins vem logo depois, com 24,89% de crescimento, porém manteve a 11ª posição de 2007.
Completando a lista dos 15 primeiros aeroportos que apresentaram crescimento de dois dígitos em 2008, temos o Internacional de Curitiba, com crescimento de 15,51% com relação a 2007, saindo da 14ª para a 13ª posição. Ainda observando os 15 primeiros, o que mais subiu em posição foi o Internacional de Natal, saindo da 16ª para a 14ª posição, com um crescimento de 5,85% em carga doméstica movimentada. Já Congonhas, foi o que mais perdeu em posição, caindo da 5ª, em 2007, para a 7ª posição em 2008, e queda de 6,83% no movimento de carga com relação ao mesmo período.
Nos demais aeroportos, a partir da 16ª posição, temos como destaque o de Jazeiro do Norte, o qual saiu da 52ª posição em 2007 para a 43ª posição em 2008, apresentando um crescimento de 220,13%. Em seguida, em posições ganhas, temos como destaque o aeroporto de Montes Claros, cujo crescimento foi de 107,18%, saindo da posição 59ª em 2007 para a 51ª posição em 2008.Também em relação a posições ganhas, temos como outro destaque o aeroporto de Tefé, que saiu da 63ª para a 56ª, cujo crescimento em movimentação cargueira foi de 51,62%. Joinville também se destacou, saiu da 43ª para 39ª posição, apresentando um crescimento de 37,29% com relação a 2007.
Na sequência dos destaques em ganho de posição, temos Marabá e Imperatriz, com o primeiro movimentando 2.213.804 Kg, cresceu 34,75%, o que fez sair da 32ª para 29ª posição geral no ranking, despontando assim, como o segundo mais movimentado em operações cargueiras no interior do Pará, só perdendo para Santarém (4.756.767 Kg, 3º da região Norte e 19º no ranking geral); já Imperatriz saiu da 36ª posição para a 33ª, com crescimento de 42,03%, o colocando como o segundo maior do Maranhão em movimentação de cargas domésticas, só perdendo para o de São Luís.