19 de junho de 2010

Passaredo ganha prêmio internacional de design de marca


A Passaredo foi premiada no Worldwide Logo Design Annual (Wolda 09 Awards), maior prêmio internacional de design de marcas que valoriza trabalhos produzidos no mundo. A companhia ficou em 2º lugar entre as marcas brasileiras desenvolvidas em 2009 e figurou entre as 50 melhores no ranking mundial. Ao todo, foram mais de 1,8 mil logotipos inscritos por diversos escritórios e agências de design.

O logotipo da empresa foi desenvolvido pela consultoria de marcas Commgroup Branding, no final de 2008, quando a empresa passou por algumas reestruturações e adquiriu seus primeiros jatos Embraer ERJ145.


Realmente, esse novo logotipo ficou muito bonito. Essas duas cores ficaram muito bem, passando uma imagem de modernidade à companhia, combinando assim, com a beleza das linhas do jato ERJ-145.

Parabéns à Passaredo. Desejamos muito sucesso nessa sua nova etapa de crescimento e consolidação dos seus serviços na aviação comercial brasileira.

Fonte: Panrotas.

4 de junho de 2010

Estudo do IPEA: Aviação regional brasileira começa a crescer


















Estudo do Ipea aponta o desenvolvimento econômico das cidades médias como gerador de oportunidades para o setor aéreo no País

O Brasil tem registrado grandes taxas de crescimento no mercado de transporte aéreo. Em 2009, quando vários setores sofreram os efeitos da crise internacional, o número de passageiros cresceu a taxas de dois dígitos no segundo semestre. Trata-se, portanto, de um setor com inúmeras oportunidades em um horizonte que se estende além dos eventos da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olimpímpicos de 2016.

As oportunidades e os obstáculos para o progresso da infraestrutura aérea foram analisados no Comunicado do Ipea nº 54, Panorama e perspectivas para o transporte aéreo no Brasil no mundo, divulgado nesta segunda-feira, 31, em Brasília. O estudo faz parte da série Eixos do Desenvolvimento Brasileiro, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

O Comunicado sugere, entre outras políticas para o setor, a abertura do capital da Infraero que permitiria à empresa captar recursos no mercado e, assim, ter maior capacidade de investimento. Segundo o estudo, apesar de a Infraero fazer investimentos, a distribuição de seus recursos não corresponde à necessidade da demanda. Os recursos dos aeroportos rentáveis que ela administra são redistribuídos dispersivamente para aeroportos que não têm autonomia financeira para continuar funcionando.

"Não se pode vislumbrar soluções baseadas exclusivamente em recursos públicos", afirma o documento, depois de ressaltar os avanços necessários para atender ao crescimento da aviação regional, cujas infraestruturas, tanto aeroportuária quanto aeronáutica, são precárias em cidades que polarizam economias regionais e estão em pleno desenvolvimento. Trata-se, de acordo com o estudo, "de gerar um ambiente de estabilidade institucional, segurança jurídica e estímulo aos investimentos privados, de forma a ampliar a abrangência de concessões e de viabilizar as parcerias público-privadas".
Expansão
Como um dos aspectos positivos, o Comunicado identifica o crescimento da aviação regional brasileira, já com métodos mais modernos de gestão. "Essa consolidação é causa e consequência também do desenvolvimento econômico das cidades médias e dos centros regionais do País. Conta ainda com a colaboração das dimensões continentais do Brasil para sempre se valer da condição de ser um transporte imprescindível", destaca o documento.

"O Ipea levantou algumas condições para orientar decisões do governo sobre a política setorial", ponderou o coordenador de Infraestrutura Econômica do Instituto, Carlos Campos. "Também existe a possibilidade de passar para o setor privado investimentos que são mais rentáveis, e a Infraero continuaria administrando, com ajuda do orçamento fiscal, os demais aeroportos que não têm alternativa financeira", explicou Campos. Ele apresentou mais duas alternativas ao setor privado: permitir o ingresso nos aeroportos públicos fazendo investimentos por meio de concessão ou de parceria público-privada, ou permitir que invista em novos aeroportos.

O estudo indica que dez aeroportos - de Natal (RN), Pampulha (MG), Confins (MG), Santos Dumont (RJ), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Manaus (AM), Brasília (DF), Congonhas (SP) e Guarulhos (SP) - estão operando no limite e com uma demanda reprimida que não é atendida. Em todos eles existem pedidos de pouso e decolagem maiores que a capacidade do aeroporto. Manaus, segundo Campos, é um caso específico de transporte de cargas. "As indústrias de televisores tiveram de reprogramar suas estruturas produtivas devido ao sistema deficitário de transporte de carga aérea", explicou. Em Natal, onde há problemas de transporte de passageiros, ele lembrou que está sendo construído um novo aeroporto.
Nova organização
De 2003 até hoje, a demanda do setor aéreo tem crescido significativamente acima do Produto Interno Bruto (PIB). Embora aponte uma escassez de investimentos em relação ao crescimento da demanda por serviço aéreo, o estudo do Ipea conclui que este é um setor que cresce vertiginosamente e que precisa de uma nova organização institucional, diferente daquela pautada pela realidade do País e do mundo antes da globalização.

Em praticamente todas as grandes metrópoles dos países desenvolvidos os aeroportos sofrem de congestionamentos, e hoje existem transportes alternativos. "No Brasil, nós também já temos isso no que se chama terminal São Paulo, que engloba Viracopos, Cumbica e Congonhas. Isso necessita de investimentos, de novas tecnologias de controle do tráfego aéreo, e nós inevitavelmente vamos caminhar para isso", justificou o consultor e especialista do Ipea Josef Barat, que participou do estudo.

Questionado sobre o risco de colapso no setor, e de ocorrerem problemas sérios durantes os eventos da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, Barat respondeu que "tomadas as precauções, as medidas no tempo certo, os problemas podem ser corrigidos em curto e médio prazos".

O documento do Ipea afirma que não se trata mais de discutir os períodos de forte intervenção estatal com os de ampla liberalização, mas sim de dar ao mercado e à cadeia produtiva um respaldo de planejamento de longo prazo, formulação de políticas públicas consistentes, ação reguladora competente e confiável, bem como segurança jurídica aos atores envolvidos.

Apresentaram o Comunicado, em Brasília, o diretor de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura, Marcio Wohlers; o coordenador de Infraestrutura Econômica, Carlos Campos; o coordenador de Desenvolvimento Urbano, Bolívar Pêgo; e o assistente de pesquisa do Programa Nacional de Pós Doutorado (PNPD) Josef Barat.


Fonte: IPEA. Disponível em: http://www.ipea.gov.br/default.jsp
Foto: ATR 42 da Trip em Londrina.Disponível em: http://www.jetsite.com.br/2008_v35/Galeria.aspx?getBy=0

7 de janeiro de 2010

Pesquisa comprova bom momento da aviação regional



Pontualidade, conforto, excelência no atendimento ao cliente e variedade de destinos, qualidades que traduzem bem o bom momento vivido pela aviação regional brasileira, que a cada ano ganha mais espaço na preferência dos usuários do transporte aéreo.


Uma comprovação desta realidade foi divulgada ontem pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), com o balanço das avaliações postadas pelos usuários no Espaço do Passageiro em 2009, onde duas companhias aéreas regionais associadas à Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (ABETAR) aparecem nas primeiras colocações.
"O resultado demonstra que as 'pequenas' podem oferecer um serviço diferenciado, personalizado e sem cobrar mais pelos serviços, com destaque para o serviço de bordo, um dos itens melhor avaliados. Além disso, por operarem com aeronaves menores garantimos uma comunicação mais próxima do nosso cliente", disse o presidente da ABETAR, Apostole Lazaro Chryssafidis.

Caminho Certo - Para Renato Pascowitch, diretor da OceanAir, empresa com a melhor avaliação no Portal Espaço do Passageiro, o resultado comprova que o setor está no caminho certo.

"Isso comprova que as menores estão buscando um projeto diferenciado e que os passageiros estão gostando. O Espaço do Passageiro é interessante porque ele torna público, para quiser saber, a opinião de quem já usou os serviços. Para 2010, vamos manter o nosso foco no passageiro e continuar com a nossa estratégia de garantir pontualidade, espaço, conforto, serviço de qualidade, ampliando a nossa participação no mercado", disse Pascowitch, que destaca a chegada de 4 novas aeronaves Airbus A319.

Segundo a ANAC, a OceanAir fechou 2009 com nota média 7,50 e 301 avaliações. Com destaque para o item Serviço de Bordo, com nota média de 8,03, seguidos de Atendimento no Check in (7,68), Pontualidade (7,65), Atendimento Venda Passagens (7,58).

TRIP LINHAS AÉREAS - Em segundo lugar no ranking geral, com nota média de 7,33 e 240 avaliações de passageiros está a Trip Linhas Aéreas. A empresa também aparece na liderança de 4 dos 11 quesitos avaliados: Atendimento na Venda de Passagens, Sala de Embarque, Atendimento pela Internet e Cuidados com a Bagagem.

O ESPAÇO - O Espaço do Passageiro, portal de serviços da ANAC, pode ser acessado pelo site www.anac.gov.br/passageiro. Nele, os viajantes podem avaliar e visualizar as notas atribuídas em 11 quesitos às empresas aéreas nacionais e internacionais.

Empresas associadas: Trip Linhas Aéreas, OceanAir, Passaredo Linhas Aéreas, NHT Linhas Aéreas, Air Minas Linhas Aéreas, Pantanal Linhas Aéreas, Meta Linhas Aéreas, Total Linhas Aéreas, Team Brasil Linhas Aéreas, Rico Linhas Aéreas, Abaeté e Puma Air Linhas Aéreas.

Fonte: Assessoria de imprensa ABETAR


31 de dezembro de 2009

Sol inicia novos voos entre Maringá e Curitiba


Uma boa notícia para os usuários de transporte aéreo da região: a partir do dia 4 de janeiro, a Sol Linhas Aéreas terá dois vôos diários entre Maringá e Curitiba. Segundo o presidente Marcos Solano Vale, a mais nova empresa brasileira de aviação regional optou por horários estratégicos, oferecendo alternativas de comodidade em espaços não servidos pelas empresas que já operam no aeroporto local.

A aeronave Sol Linhas Aéreas decolará de Curitiba às 11h03, chegando a Maringá às 12h13. Às 12h40, decolará de Maringá, rumo a Curitiba, com chegada prevista ao Afonso Pena às 13h50.

Sobre a Sol
Mais nova empresa brasileira do setor, a paranaense Sol Linhas Aéreas, foca sua atuação no segmento das cidades de médio porte, estabelecendo conexões com os grandes centros, a exemplo da ponte aérea Cascavel-Curitiba.

A empresa opera um modelo Let 410 para 19 passageiros mais tripulantes e nesta primeira etapa contará com outras quatro aeronaves que serão incorporadas à frota nos próximos meses. Mais detalhes no site www.voesol.com.br

Fonte:Abetar e H2FOZ

25 de novembro de 2009

Frente quer descontingenciar R$1 bi do PROFAA


BRASÍLIA - De acordo com o presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Aéreo Regional (FPDTAR), deputado federal Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), depois de dois meses da criação da frente já reúne quase 300 parlamentares, ficando atrás apenas da Frente da Saúde. Rêgo Filho participa do 4° Congresso da Abetar.

"Estamos fazendo reuniões periódicas com a Abetar. Além disso, as reuniões técnicas já avançaram com o Ministério da Fazenda, envolvendo o BNDES, e com o Ministério da Defesa", disse o deputado.

Segundo Vital, há grupos de trabalho interferindo nas questões de financiamento para o setor, no caso do Ministério da Fazenda, e de remessa de projetos para a Casa Civil, no caso do Ministério da Defesa. "Teremos uma reunião com a Anac para discutir a infraestrutura dos aeroportos", acrescentou o parlamentar.

Além desta reunião, a frente parlamentar terá uma nova reunião com o Ministério do Planejamento para discutir o Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa), um fundo que é formado por taxas pagas pelo passageiro e pela companhia aérea para ser aplicada em infraestrutura dos aeroportos.

"Esta verba já está contingenciada em mais de R$ 1 bilhão. Queremos que o Planejamento libere para o Ministério do Turismo este montante para acelerar os processos", finalizou.

fonte: Panrotas

20 de novembro de 2009

Brasil poderá produzir 2 bilhões de litros de bioquerosene em 10 anos


Segue abaixo uma importante notícia sobre as possibilidades de produção de bioquerosene a partir da cana-de-açúcar, no Brasil, e o acordo firmado entre Azul, Embraer e GE para testar o bioquerosene em uma aeronave comercial em 2012.

RIO - O Brasil poderia garantir, dentro de dez anos, uma produção de até 2 bilhões de litros de bioquerosene para uso na aviação civil.

A projeção foi feita ontem por Roel Collier, diretor geral no Brasil da Amyris - empresa americana responsável pelo desenvolvimento do produto a partir da cana-de-açúcar - que estima o desvio de uma parte da expansão da produção de álcool nos próximos anos para a fabricação do bioquerosene.

O executivo acrescentou que são consumidos 250 bilhões de litros de querosene de aviação (QAV) anualmente na aviação civil, enquanto a produção total de etanol no Brasil gira em torno de 25 bilhões de litros. "É impossível produzir isso com biocombustíveis hoje. Se toda capacidade de etanol fosse para o QAV daria uma mistura de 10%", mostrou Collier.

PAINEL -Collier participa na próxima segunda-feira (23), do painel "Proteção Ambiental e Combustíveis Alternativos", que acontece durante a programação do 4º Congresso da ABETAR (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional), na sede da CNT (Confederação Nacional do Transporte), em Brasília.

A Amyris Pesquisa e Desenvolvimento de Bicombustíveis Ltda (subsidiária da Amyris Biotechnologies, Inc.) fechou um acordo com Azul, Embraer e GE para testar, em 2012, o bioquerosene em uma aeronave comercial.

Collier ressaltou que os custos de produção tendem a acompanhar os da cana-de-açúcar e garantiu que o poder calofírico do produto é equivalente, ou maior, que o do QAV padrão. O executivo destacou ainda que o novo combustível acompanha as emissões de dióxido de carbono do álcool, e são de 80% a 90% inferiores às do QAV.

Além do diretor da Amyris, o painel terá como debatedores, Guilherme de Almeida Freire, diretor da Diretoria de Estratégia e Tecnologia para o Meio Ambiente e Filipe Pereira dos Reis, gerente geral da IATA Brasil (Associação Internacional de Transporte Aéreo).

O painel será moderado pelo engenheiro Paulo Roberto de Carvalho Machado, especialista em Sistemas de Combustíveis de Aeronaves e referência técnica em bicombustíveis da DCA-BR (Organização Brasileira para o Desenvolvimento de Certificação Aérea),

Confira a programação completa e faça sua inscrição no site da ABETAR www.abetar.com.br/congresso. Vagas limitadas.

fonte: Valor Online/ABETAR

28 de outubro de 2009

Passaredo linhas aéreas terá novos sócios


Após suspender a sua operação entre 2002 e 2004 por causa de uma crise financeira, a Passaredo Linhas Aéreas negocia a venda de parte de seu capital e quer dobrar de tamanho.

A companhia regional paulista, fundada em 1995 pelo grupo homônimo de transporte rodoviário de passageiros, mantém conversações com um fundo de investimento brasileiro e uma empresa aérea estrangeira, diz o seu presidente, José Luiz Felício Filho.

A negociação deverá ser concluída até o final de 2010. Os nomes dos potenciais investidores, porém, foram mantidos em sigilo pelo executivo, filho do fundador do grupo Passaredo, José Luiz Felício.

"O Brasil, com a possibilidade de abertura de 20% para 49% de participação de capital estrangeiro no setor, cria uma tendência natural das empresas aéreas de fora investirem aqui", diz Felício Filho, mais conhecido como comandante Felício.

Ele se referiu a uma proposta de mudança na legislação aérea que tramita no Congresso e que prevê o aumento de 20% para 49% no limite de participação de capital estrangeiro em companhias aéreas brasileiras. Em setembro de 2008, a também regional Trip Linhas Aéreas foi a primeira a vender uma fatia do capital a uma estrangeira - 20% para a americana SkyWest.

Enquanto negocia com possíveis futuros investidores, a Passaredo anunciou ontem um investimento de US$ 90 milhões para praticamente dobrar de tamanho. Os recursos serão financiados por empresas de leasing de aeronaves para a aquisição de até oito jatos ERJ 145 da Embraer, para 50 passageiros.

A frota atual da companhia tem 10 aviões, sendo seis turboélices Brasília, também da Embraer, com 30 assentos, e quatro ERJ 145. O dinheiro também será usado em ampliação de infraestrutura (hangares e balcões de check in, por exemplo).

A Passaredo respondeu, em setembro, por 0,38% dos vôos regulares operados no mercado doméstico e projeta um volume de 430 mil passageiros embarcados em 2009. Com os investimentos em infraestrutura e os novos jatos, Felício Filho estima que a fatia da companhia vai saltar para 0,7%, ou em torno de 1 milhão de pessoas transportadas no ano que vem.

Atualmente, a Passaredo voa para 17 destinos, principalmente entre municípios do interior paulista, com 76 voos diários. Até o final de 2010, a empresa planeja atender 25 cidades, incluindo o nordeste brasileiro, por meio de 130 frequências por dia.

A Passaredo e a Trip lideram a aviação regional que, em setembro, registrou aumento de 41,3% no fluxo de passageiros transportados no país, em relação a igual período de 2008.

Essa expansão é mais do que o dobro do desempenho do duopólio TAM e Gol, de 20,6%, e só perde para os 193% de OceanAir, Webjet e Azul.(AK)

fonte: Valor Econômico. Disponível em: www.abetar.com.br